Estou triste, chorosa, e com raiva, o Walner teve que voltar a Brasilia, sua vida não pode parar. Ele cuidou de mim esses dias e foi muito bom me sentir protegida, hoje estou tentando ser forte, mas estou parecendo um bebe chorão. Minha mãe tem ajudado muito, fica com minha filha, pois eu não posso pegá-la, dar banho, entre outras coisas. Minha irmã e meu filho de 15 anos, também estão me apoiando. Minha filha fica pela mãe na casa da minha mãe, a tarde ela vem pra dormir, e mais tarde, ou minha mãe, ou meu filho ficam com ela. Meu anjinho toda hora beija minha barriga dizendo que o dodói vai sarar. Ela é uma gracinha, e está me ajudando muito, compreendendo a situação. Ela quer ficar ao meu lado, mas da beijos e diz pra eu "nanar".
Estou com muitas dores lombares e no pescoço, não consigo dormir virada para o lado esquerdo, dói tanto o local do dreno como perto das costelas. As noites ainda não estão repousantes.
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