Pedi a minha cunhada pra vir me visitar, queria dar uma lembrança pra ela por causa do dias das mães, já que amanhã ela iria ficar o dia com a sogra.
Meu esposo chegou de Brasilia as 13:30. fiquei tão feliz ao vê-lo. tinha acabado de levantar. Estava muito triste, por causa de uma discussão com meu filho. Sei que estou sensível, por causa da falta de comida, mas me deixei abater. pela manhã levantei e fiquei com minha filha, mas as 11:00 não aguentei mais. Voltei pra cama e apaguei. Sem comer nem nada. estava me sentindo tão fraca. Ainda estou bebendo pouca água e sei que isso pode me fazer mal, mas não estou conseguindo. Em torno das 15:30 voltei novamente pra cama e pedi para meu esposo ficar ao meu lado. Ele me disse que estava com saudades de mim e me perguntou se eu estava sentindo muitas dores. Como eu disse que não ele partiu pro ataque e me seduziu. Estava preocupada com a cirurgia, se isso poderia complicar alguma situação, rebentar algum ponto, mas não estava nem um pouco a fim de resistir aquelas caricias... e que caricias...
Olá, seja bem vindo(a)!
Bem, somente quem é ou já foi gordinho para entender, plenamente, as entrelinhas do que está escrito neste blog e compreender o que enfrentei! Desde pequenininha sempre fui rechonchuda (uma gracinha, segundo minha mãe, claro!). Em minha adolescência, acabei crescendo e desenvolvendo meu corpo mais rápido do que a média das minhas amigas com a mesma idade. Para alguns, não era, na verdade, gorda, mas, ao me comparar com as outras, a mim parecia (e ainda acho que eu era, apesar de meu marido, à época namorado, insistir que eu era apenas mais gostosa que as outras - e, pasmem, ele ainda me acha gostosa! Talvez, por isso, eu ache que sua opinião não conta muito, né?!) que eu era gorda! Fato curioso foi meu filho, aos 14 anos, antes de perceber que se tratava de minha foto com esta mesma idade, exclamar: "nossa que gostosa, pai...putz, é minha mãe!!!". Isso deveria ser suficiente para que eu me convencesse de que não era gorda...mas não convence. O tempo passou e, após 20 anos, 2 gravidezes, muita comida e várias tentativas contrárias, eu fiquei (hoje aos 39), realmente, gorda, como atestam as imagens. Não foi falta de me esforçar para emagrecer, não foi preguiça ou moleza, simplesmente eu não emagrecia! Dietas, medicamentos e exercícios não faltaram, mas os resultados eram mínimos e o peso sempre retornava. O lado positivo é que, agora, eu não posso ser acusada de estar enganada quanto à minha auto-imagem...não que isso seja alguma vantagem...acho! O lado negativo é que...eu estou GORDA!!! E isso é bastante negativo, não acham?! Foi a partir dessa constatação que decidi encarar uma cirurgia bariátrica, da qual descrevo minhas impressões diárias e registro neste blog para compartilhar com você que esteja enfrentando o mesmo problema, espero que ajude! Boa leitura!
Por Helaine S. C. Mamede
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